
Hoje é dia do Palhaço e lembrei deste artigo do publicitário paranaense Roni Szuchman, da Just Propaganda:
Você já deve ter visto aqueles caras vestidos de palhaços em frente às lojas populares. A idéia é simples, as pessoas se distraem com ele e compram o produto na loja. Assim funciona a propaganda*: o “palhaço“ pode ser uma modelo internacional, um ator famoso ou simplesmente uma historinha que chame atenção para as pessoas consumirem o produto ou serviço.
Muitas vezes, o “palhaço“ chama tanta atenção que as pessoas esquecem de comprar o produto. Daí quem paga a conta é que acaba sendo o palhaço da história. Mas, sem “palhaço“, ninguém vai olhar para o produto. É como pedir alguém em casamento. Se você chegar com o cabelo despenteado, o nariz escorrendo e disser: - Quer casar ou não quer? Fica difícil. Mas se você florear um pouco e deixar o clima romântico, funciona. Pra mim funcionou 100% das vezes (só tentei uma vez). Mesmo que agora eu fique com o cabelo despenteado e o nariz escorrendo o tempo todo.
Seja você o produto ou não, o importante é escolher o “palhaço“ certo para a ocasião certa. Pode ate ser parecer ridículo o palhaço em frente às lojas populares mas, se funciona, é o que importa. Antes o palhaço que a modelo internacional com um microfone no meio da rua, vendendo calcinhas por alguns centavos, isso sim seria ridículo.
Bem... talvez funcionasse. Talvez, neste caso até eu compraria algumas calcinhas para a minha esposa... Afinal, não é sempre que fazem uma “palhaçada“ desta.
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