Atentem para uma verdade: em 2011 tudo quanto é ser vivente que tenha contato com computador vai estar em alguma rede social.
Acho até interessante esse jargão que foi tomando corpo com tanta altivez. Chamar de "Rede social" esse conjunto de ferramentas de relacionamento via internet me faz lembrar de que o social é tudo que teoricamente busca o bem comum e que nos remete também a outros termos como "responsabilidade", "inclusão", "bem-estar". Lembro é claro do filme que conta a história de Mark Zukerberg, o cabeça pensante do Facebook, além dos últimos números cada vez mais megalomaníacos tanto em seguidores quanto em cifras.
Mas não é disso que eu quero falar. Quero aqui registrar a avalanche de coisas que tem sido faladas sobre o binômio empresa X consumidor. É fato que as o facebook e o twitter estão se tornando a bola da vez, tanto em forma de expressão, notícias, propaganda, relacionamento interpessoal (ainda que separado por uma banda larga) e, principalmente, instrumento de trabalho.
Neste particular, vejo que as empresas começam a perceber o poder dessas ferramentas para arregimentar consumidores ou mesmo para manter uma boa imagem de qualidade de serviços e produtos.
As empresas tem migrado para esses canais pelo baixo custo operacional, facilidade e leveza na interlocução e principalmente pela repercussão que causam (pro bem ou mal).
Some-se aí também o processo de democratização da internet (cidades digitais e centros de inclusão digital), operadoras de celular com pacotes cada vez mais atrativos para manutenção do share de mercado, fazem com que todos estejam cada vez mais conectados.
Ouvia uma entrevista de um gerente de marketing de uma marca relacionada a material de construção mostrando uma ansiedade voraz em inserir sua marca nas redes pela penetração destas e pela forma de manter contato imediato com o cosumidor.
Tenho testado a todo tempo esses novos canais de relacionamento e afirmo que nunca vi tamanha rapidez nos retornos que tenho recebido. O mercado começa a farejar especialistas no assunto que possam contar com detalhes essa história e traduzir em miúdos o que importar ao consumidor. Com certeza ainda falaremos muito sobre isso...
Acho até interessante esse jargão que foi tomando corpo com tanta altivez. Chamar de "Rede social" esse conjunto de ferramentas de relacionamento via internet me faz lembrar de que o social é tudo que teoricamente busca o bem comum e que nos remete também a outros termos como "responsabilidade", "inclusão", "bem-estar". Lembro é claro do filme que conta a história de Mark Zukerberg, o cabeça pensante do Facebook, além dos últimos números cada vez mais megalomaníacos tanto em seguidores quanto em cifras.
Mas não é disso que eu quero falar. Quero aqui registrar a avalanche de coisas que tem sido faladas sobre o binômio empresa X consumidor. É fato que as o facebook e o twitter estão se tornando a bola da vez, tanto em forma de expressão, notícias, propaganda, relacionamento interpessoal (ainda que separado por uma banda larga) e, principalmente, instrumento de trabalho.
Neste particular, vejo que as empresas começam a perceber o poder dessas ferramentas para arregimentar consumidores ou mesmo para manter uma boa imagem de qualidade de serviços e produtos.
As empresas tem migrado para esses canais pelo baixo custo operacional, facilidade e leveza na interlocução e principalmente pela repercussão que causam (pro bem ou mal).
Some-se aí também o processo de democratização da internet (cidades digitais e centros de inclusão digital), operadoras de celular com pacotes cada vez mais atrativos para manutenção do share de mercado, fazem com que todos estejam cada vez mais conectados.
Ouvia uma entrevista de um gerente de marketing de uma marca relacionada a material de construção mostrando uma ansiedade voraz em inserir sua marca nas redes pela penetração destas e pela forma de manter contato imediato com o cosumidor.
Tenho testado a todo tempo esses novos canais de relacionamento e afirmo que nunca vi tamanha rapidez nos retornos que tenho recebido. O mercado começa a farejar especialistas no assunto que possam contar com detalhes essa história e traduzir em miúdos o que importar ao consumidor. Com certeza ainda falaremos muito sobre isso...
A seguir um vídeo bem bacaninha produzido pela Agência Click sobre o tema.
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